Powered By Blogger

Friday, November 19, 2010

Zumbi, e a inclusão do negro: Um questão brasileira?



Não há uma única oportunidade na história recente desse pais na qual eu ligue a minha televisão em programações locais sem que eu, como negro, me sintia profundamente insultado, junto com a minha familia....Sim, recolhem o meu imposto, e me dão em troca o desprezo.Que pais e esse???? Que inclusao é essa??? Que cidadão sou eu, minha esposa, minhas filhas...???A pasta de dentes que eu uso é boa prá brancos, idem para o creme de barbear. O meu desodorante é bom p´ra branco, as minhas roupas, os meus sapatos, os cremes de pele para minhas filhas, as roupas e artigos intímos para minha esposa, as sandalhas de minha neta, os games do meu neto ....a lista é infindável......produtos de cinsumo lançado à sociedade, sem tocar no negro. Só ´psso concluuir que o negro não existe, a nao ser nos horários eleitoraris gratuitos...Aí, é negro de lá, é negro de cá, e negro falando do “bem que a eleição do partido d´acolá vai trazer para todos, ...com uma imensa bandeira verde-amarela ao fundo....e a seleção brasileira..e o melhor volei do mundo...brasil, fuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiuuuuu(aquele assovio caraterístico das “coisas verde amarelas”)...aí o negro serve....!!!!????? Atualmente “estou” professor universitário.....aí, ontem mesmo, uma aluna de um outro professor, o proucurava para tirar dúvidas sobre assuntos da próxima prova. Como aquele professor não estava presente na faculdade, um dos meus alunos(naquele momento, ausente da minha aula) a aconselhou a tirar as dúvidas comigo, e informou para ela, o meu nome. Ela veio até a sala, onde eu estava reunido com meus alunos, dos quais todos (assim como a propria consulente) estão na faixa etária das minhas filhas. Ela após olhar para cada um e para todos “confundiu” um dos meus alunos com o professor, e o chamou pelo meu nome, ao que esse aluno “corrigiu a confusão”, adicionando: Eu??? Não. O professor é ele” – apontando para mim: Será paranóia interpretar a situaçao como emblemática da minha “cara de não professor universitário”.....????? (Aliás quero aqui isentar a jóvem de qualquer culpa com relação ao episódio).
A a pior parte, é que o sistema se apressa em eleger seus descendentes para que a cadeia de emancipaçao européia do Brasil não seja quebrada: Na escola da minha neta a xuxa, do tempo do tempo da m filhas estão dando lugar para os Justin Bieber, e o ciclo toma posição para o seu re-incio. A semana da Consciencia Negra suscita uma pergunta que não quer calar...cadê, onde está o Negro????? É que pelo visto, a sitação do “preto” tende a ficar cada vez mais afrodescendente...ou seria: A situação do “afrodescendente” tende a ficar cada vez mais preta, só para repetir um trocadilho infame que ouvi em um dos programas de humor (negro???) do momento
Vi ontem no jornal da globo uma reportágem sobre as gerações X, , Z baby boomers, e tal...e a integração entre as gerações no ambiente de trabalho....e não ví um negro ou uma negra.... e `tá tudo normal... `Conheço nomínimo, dez negros que estão na Inglaterra estudando para voltar ao Brasil com um diferencial, e a matéria só mostrou gente branca....cadê os negros???? Durante a minha permanencia de 15 anos no Japao conheci outros negros, do Brasil, como eu, da Nigéria, da Costa do Marfim, da Guiné Equatorial, do Senegal....a lista é infindável, bem colocados na sociedade japonesa e mundial...A salvaçao da Europa, que está sofrendo a sindrome do Titanic (Grande bonito e glamouroso mas...afundando), e pode levar junto muito pais bom, é a criatividade da sua população imigrante, pois esses conhecem dificuldades, Ou seja, a Por que que o Brasil insiste nesa “vocação europeia”?...Negros do Brasil uní-vos em torno da opção PanAfricana!!!!. O PanAfricanismo mesmo tendo sído desenvolvido com essa propsta por Kwame Nkrumah, é a versão moderna contemporânea do pensamento de Zumbi dos Palmares. Se não vejam:
Por volta da ano 1600 da era cristã, negros fugidos do trabalho escravo nos engenhos de açúcar do Brasil colonia, onde hoje são os estados de Pernambuco e Alagoas no, fundam na serra da Barriga o Quilombo dos Palmares. Os quilombos, eram povoados de resistência, seguiam os moldes organizacionais da república e recebiam escravos fugidos da opressão e tirania. Para muitos era a terra prometida, um lugar para fugir da escravidão. A população de Palmares em pouco tempo já contava com mais de 3 mil habitantes. As principais funções dos quilombos eram a subsistência e a proteção dos seus habitantes, e eram constantemente atacados por exércitos e milícias.
Em 1630 começam as invasões holandes no nordeste brasileiro. O que desorganiza a produção açucareira e facilita as fugas dos escravos. Em 1644, houve uma grande tentativa holandesa de aniquilar com o quilombo de Palmares, que como nas investidas portuguesas anteriores, foi repelida pelas defesas dos quilombolas. Até que em 1654 os holandeses deixam o nordeste brasileiro.
Em 1655 nasce Zumbi, num dos mocambos de Palmares, neto da princesa Aqualtune. Por volta de 1662 (data não confirmada),criança ainda, Zumbi é aprisionado por soldados portugueses e levado a Porto Calvo, onde é "dado" ao padre jesuíta António Melo. Este o batizou com o nome de Francisco. Zumbi passou a ajudar nas missas e estudar português e latim.
Em 1670, Zumbi aos quinze anos de idade foge e regressa a Palmares. Neste mesmo ano de 1670, Ganga Zumba, filho da Princesa Aqualtune, tio de Zumbi, assume a chefia do quilombo, então com mais de trinta mil habitantes. Zumbi se tornou conhecido pela sua destreza e astúcia na luta e já era um estrategista militar respeitável quando chegou aos vinte e poucos anos.
Por volta de 1678, o governador da Capitania de Pernambuco cansado do longo conflito com o Quilombo de Palmares, se aproximou do líder de Palmares, Ganga Zumba, com uma oferta de paz. Foi oferecida a liberdade para todos os escravos fugidos se o quilombo se submetesse à autoridade da Coroa Portuguesa; a proposta foi aceita, mas Zumbi rejeitou a proposta do governador e desafiou a liderança de Ganga Zumba. Prometendo continuar a resistência contra a opressão portuguesa, Zumbi tornou-se o novo líder do quilombo de Palmares.
Quinze anos após Zumbi ter assumido a liderança, o bandeirante paulista Domingos Jorge Velho foi chamado para organizar a invasão do quilombo. Em 6 de fevereiro de 1694 a capital de Palmares foi destruída e Zumbi ferido. Apesar de ter sobrevivido, foi traído por Antonio Soares, e surpreendido pelo capitão Furtado de Mendonça em seu reduto (talvez a Serra Dois Irmãos). Apunhalado, resiste, mas é morto com 20 guerreiros quase dois anos após a batalha, em 20 de novembro de 1695. Teve a cabeça cortada, salgada e levada ao governador Melo e Castro. Em Recife, a cabeça foi exposta em praça pública, visando desmentir a crença da população sobre a lenda da imortalidade de Zumbi.
Em 14 de março de 1696 o governador de Pernambuco Caetano de Melo e Castro escreveu ao Rei: "Determinei que pusessem sua cabeça em um poste no lugar mais público desta praça, para satisfazer os ofendidos e justamente queixosos e atemorizar os negros que supersticiosamente julgavam Zumbi um imortal, para que entendessem que esta empresa acabava de todo com os Palmares."O exemplo de Zumbí e de Palmares só servirá a emancipação da Consciencia Negra, se assumido por cada um dentro de uma dimensão mais ampla da busca do seu lugar ao sol, com direito a sombra.

Referencia bibliográfica
1. http://pt.wikipedia.org/wiki/Zumbi_dos_Palmares

Friday, November 12, 2010

Morte de uma mulher negra


Esta mensagem vai para todas as mulheres negras fortes que eu amo respeito e admiro. Se listar, não vai caber....minha mãe, minha esposa, minhas duas filhas,...Arani Santana, ....
Recebí essa mensagem do meu amigo e irmão Dr. Runoko Rashid, e traduzi, tentando guardar o máximo de fidelidade ao original...


Embora lutando com a realidade de um ser humano, em vez de um mito, a mulher negra forte morreu. Autoridades médicas dizem que ela morreu de causas naturais, mas aqueles que a conheceram sabem:

Ela morreu por ficar em silêncio quando ela deveria ter gritado.De ter sorrido, quando ela deveria ter sido violenta. De estar doente e esconder,não querendo que ninguém sobesse, porque sua dor poderia incomodar os senhores e as senhoras.

Ela morreu de uma overdose de outra gente se agarrando a ela quando ela mesma não tinha sequer energia para si mesma.

Ela morreu de amor por homens que não a amam por só amarem a si mesmos e só poderem oferecer-lhes visitas furtivas na calada da noite.

Ela morreu de criar os filhos sozinha.

Ela morreu vítima das mentiras que sua avó contou à sua mãe e sua mãe lhe contou sobre a vida, homens e racismo ...

Ela morreu por ter sido abusada sexualmente quando criança e ter que tomar como natural essa verdade em todos os lugares que ela ia todos os dias da sua vida, barganhando a humilhação, pela culpa.

Ela morreu asfixiada, cuspindo o sangue dos segredos que ela continuava tentando queimar no seu coração, ao invés vez de se permiti ao tipo de colapso nervoso ao qual ela tinha direito, mas que reservado pelo sistema apenas para as meninas brancas ou mais claras, pois só para essas o estabelecimento pode pagar.

Ela morreu por ser responsável, porque ela era o último degrau da escada e não havia ninguém para quem ela podese repassar.

A mulher negra forte está morta ..

Ela morreu de ser uma mãe aos 15 anos e uma avó de 30 e um antepassado longinquo aos 45.

Ela morreu de tanto ser arrastado para baixo e por sentar-se com irmãs supostamente mais evoluídas posando como irmãs e amigas.

Ela morreu por tolerar um “seu Piedade”, apenas para ter um homem ao redor da casa.

Ela morreu de sacrificar-se por tudo e todos quando o que ela realmente queria era ser uma cantora, uma dançarino, uma professora, ou algo assim, igualmente magnífico.

Ela morreu de mentiras de omissão, porque ela não quis trazer o negro para baixo.

Ela morreu de homenagens de seus colegas que deveriam ter combinado seus esforços no foco da realidade dos guêtos, em vez de tomar a sua imagem e transformar em proselitismo rico em palavras mortas e canções vazias.

Ela morreu dos mitos que não lhe permitia mostrar fraqueza, sem ser castigada como preguiçosa e vadia....

Ela morreu de esconder seus verdadeiros sentimentos, até que tornou-se dura e amarga o suficiente para inundar seus seios, como os tumores e as ulcerações da raiva .

Ela morreu de sempre carregar coisas pesadas,entre caixas de geladeiras sozinha.

A forte mulher negra está morta ..

Ela morreu de nunca ser o bastante do que os homens queriam, ou sendo demais para os homens que ela queria.

Ela morreu por ser muito preta e morreu novamente por não ser suficientemente negra.

Ela morreu por ser mal informado sobre a sua mente, seu corpo e da medida de suas capacidades reais.

Ela morreu de joelhos pressionados ao solo, porque respeito nunca fez parte do que lhe estava sendo empurrado.

Ela morreu de solidão nas salas de parto e solidão nos centros clandestinos de aborto.

Ela morreu nos banheiros com as veias abertas, rebentada compelo auto-ódio, ajudado pela negligência.

E às vezes quando ela se recusou a morrer, quando ela simplesmente se recusou a se dar por morta, ela foi assasinada por imagens brancas de cabelos loiros, olhos azuis e bundas achatadas, importadas diretamente da mídia para a “inclusão social” dos novos ricos dos pagodes ou do futebol.

Às vezes, ela foi pisoteada até a morte pelo racismo e sexismo, executada pela ignorância high-tech, enquanto levava a família em sua barriga, a comunidade em sua cabeça, e a raça nas costas!

A mulher negra forte está morta!

......ou não?

Tuesday, November 2, 2010

Şe nbọ Nagó?


Shê umbó Nagô?... É a leitura, ou melhor, a pronúncia da frase escrita acima como título dessa intervenção. Traduzido para o português, o título significa: “Você entende (a língua) Nagô?” Essa era a pergunta que o negro yorubano dirigia ao seu interlocutor (também negro), para lembrá-lo da sua “posição inferior”. Mas... o que vem a ser Nagô e de onde vinha essa pretensa superioridade?
O maior crime contra a humanidade que a história registra (conhecido como tráfico negreiro) trouxe para o “novo mundo” o maior contingente humano trasladado de um continente para outro. Os negros africanos, nossos ancestrais, forma trazidos de todas as partes da África onde as guerras (muitas delas incentivadas e por vezes orquestradas pelo europeu), pudessem gerar prisioneiros de guerra, que eram levados do seu lugar para servirem como mão-de-obra escrava nas partes colonizadas da própria África (como ilha da Madeira, e São Tomé) e nas Américas.
A Bahia dos anos 1800, foi cenário de uma franca movimentação de negros escravizados e libertos, movimento este visto como “perigoso para as instituições” (dentre as quais, a instituição escravista), conforme documentos oficiais da época guardados no Arquivo Público Estadual, no bairro de Quintas dos Lázaros. Os negros islamizados eram hegemônicos. Esses negros, na sua maioria membros da etnia hauçá, sabiam ler e escrever o árabe, devido à obrigatoriedade na sua religião, da leitura do Alcorão, o livro sagrado do Islã. Daí eram bem organizados. O episódio que passou a história como A revolta dos Malês (malê é uma palavra derivada do termo imalé da língua Yoruba, que significa muçulmano) foi um levante negro aqui na nossa Salvador, no qual a liderança dessa comunidade negra muçulmana foi dizimada. A revolta foi originalmente bem organizada. Mas, deflagrada de forma abortiva, colheu como resultado o fracasso. Essa Revolta dos Malês (também conhecida como revolta dos escravos de Alá) registrou-se de 25 a 27 de Janeiro de 1835 na nossa cidade de Salvador, capital da então Província da Bahia. No confronto morreram sete integrantes das tropas oficiais e setenta do lado dos revoltosos. Duzentos e oitenta e um, entre escravos e libertos, foram detidos no Forte do Mar(Forte São Marcelo) e levados aos tribunais. Suas condenações variaram entre a pena de morte para quatro dos principais líderes, os trabalhos forçados, o degredo e os açoites. Com o declínio da hegemonia malê, formou-se nas comunidades negras-escravas-libertas um vazio de poder. Esse vazio foi preenchido pelo negro yoruba, talvez, por algumas caracterísitcas marcantes da cultura desses povos, marcadas por uma sabedoria peculiar, que nos acompanha até os nossos dias, caracterizadas pelas “estórias de nagô”. Quem são os Nagô?
Os povos de Ketu, Egba, Egbado e Sabé, foram alguns dos que chegaram à Bahia provenientes do reino Yorubá. O reino Yorubá compreende o sul e centro da atual República do Benin (antigo Daomé, sendo que parte deste país é dos povos ewe-fon, mas cujas fronteiras são difíceis de definir), parte da República do Togo e todo o sudoeste da Nigéria. O povo de Ketu foi o que mais contribuiu para a implantação da cultura nagô no estado bahiano. Os araketu (isto é, cidadãos de ketu) procuraram reconstituir as suas instituições de estrutura social forte tentando adaptá-las ao novo meio com a maior fidelidade possível aos padrões básicos de origem. Mais que qualquer outra, a cultura nagô-yorubá foi a que mais se sobe impor no seu novo contexto.
Hoje a palavra ketu representa, acima de tudo, a mais tradicional manifestação de religiosidade negra. No entanto, sabe-se que os Yorubás não se viam a si mesmos como um todo, muito por culpa da extensão do território e assim forte presença das identidades locais. Antes de se ter conhecimento do termo Yorubá, nos primeiros registros e mapas datados de entre 1656 e 1730, é o termo “Ulkumy” que designava a região yorubá. Os yorubá que foram levados para Cuba são até hoje referidos pelo nome de Lukumi, uma corrupção, sem dúvida, do termo Ulkumy.
Depois de um capitão inglês traficante de escravos de nome William Snelgrave, por volta de 1734, o termo “Ulkumy” é substituído por Ayo ou Eyo, no intento de designar Oyó, a capital do país dos Yorubás. Em 1726 o comandante do forte português de Ajudá, Francisco Pereira Mendes, relatou à Bahia, os ataques levados a cabo pelos Ayos contra os territórios de Adjá. Esse porto de Uidá era chamado de Gléhué pelos dahomeanos ou fons, Igéléfé pelos yorubás e Ajudá pelos portugueses. Uidá era habitado pelos hwéda e tornou-se o principal porto de exportação dos escravos inimigos do Dahomé (ou Dahomey).
Os Nagôs são na verdade os negros dos reinos Dahomé e Ardra, reinos vinculados ao Império Yorubá-Oyó, que foram levados para a Bahia no comércio escravo. Através deste processo de inclusão negra no território brasileiro como mão-de-obra escrava espalharam-se as culturas negras marcando para sempre a alma e identidade brasileiras. No entanto, é na Bahia que essa presença se sente mais, através das comunidades-terreiro que surgiram e vão surgindo neste Estado.
Hoje, nós membros das comunidades negras e mestiças herdamos a obrigação de carregar à bandeira da preservação desse rico legado cultural relegado a parte inferior do tapete da ignorância e do racismo cego institucionalizado nesse pais. Cabe a nós e não a outros pugnar pela imposição de limites a intolerância que muito antes de se caracterizar como religiosa é cultural. Transformar o denominado legado jeje-nagô em “axé-music”, e “carnaval p´ra vender cerveja” é muito mais do que descaso ou oportunismo é crime contra a humanidade.
Por favor, notem que nessa intervenção, não fiz menção as Heranças dos negros bantus, não fiz referencia ao povos de Angola-Congo, nem falei do Zaniapombo, nem falei do Muchi-Congo...mas ainda vou falar.Peço a sua paciência e o sei apoio.
Encerro essa página com a seguinte mensagem:
Gbogbo ènìyàn ni a bí ní òmìnira; iyì àti ẹ̀tọ́ kọ̀ọ̀kan sì dọ́gba. Wọ́n ní ẹ̀bùn ti làákàyè àti ti ẹ̀rí-ọkàn, ó sì yẹ kí wọn ó máa hùwà sí ara wọn gẹ́gẹ́ bí ọmọ ìyá.
Todos os seres humanos nascem livres e iguais em direitos e dignidade. São dotados de razão e consciência e devem agir uns para com os outros com espírito de irmandade.
(Artigo 1º da Declaração Universal de Direitos do Homem).