O
Dr. Denis Mukwege nasceu em 1º de Março de 1955, em Bukavu,Kivu do Sul, na
República Democrática do Congo. Ele é ginecologista e ativista congolês dos direitos
humanos. Ele é conhecido como "o homem que repara as mulheres”.
Filho
de um pastor pentecostal, ele completou sua educação primária no Atenéu Real de
Bukavu (L´Athénée royal de Bukavu). Seus estudo secundarios foram feitos no
Instituro Bwindi, Bukavu, onde obteve a graduação de Licenciatura em Bioquímica
em 1974. Depois de dois anos na Universidade de Kinshasa (UNIKIN), na Faculdade
Politécnica, ele encontra o seu caminho para a Faculdade de Medicina 1976 para
escola de medicina em Burundi.
Obteve
o seu dipoma da Faculdade de Medicina em 1983, ele deu seus primeiros passos
profissionais em um Hospital em Lemera,
ao sul de Bukavu. Em 1984, ele ganhou uma bolsa de estudos de uma missão
Pentecostal sueca para uma especialização em ginecologia na Universidade de
Angers, na França. Ele fundou com a ajuda de instituiçoes francesas, a Associação
Esther de Solidariedade, em, França Kivu para ajudar a sua região de origem.
Em
24 de setembro de 2015, ele atingiu o grau de doutor em ciências médicas da
Universidade Livre de Bruxelas, depois de defender sua tese de doutoramento
intitulada "Etiologia, classificação e tratamento de fístulas urogenitais
e digestivas traumáticas inferiores no leste da RDC.
Apesar de ter obtido um emprego bem remunerado na França
em 1989, ele escolheu voltar ao Congo para cuidar do Hospital de Lemera, do
qual se tornou diretor médico. Durante a Primeira Guerra do Congo, em 1996, o
hospital foi brutalmente destruído. Vários pacientes e enfermeiros foram
assassinados. Por sorte, o Dr. Denis Mukwege sobreviveu. Ele refugiou-se em Nairobi.
Ao invés de definitivamente virar a página do Congo, ele decidiu voltar. Com a
ajuda da PMU (Pingstmissionens Utvecklingssamarbete),um associação filantrópica
sueca, el fundou o Hospital Panzi, em Bukavu, onde ele veio a descobrir uma
nova doença que marcou profundamente o resto de sua carreira: a destruição
deliberada e planejada da genitália de mulheres. Ele denunciou mundialmente a
barbárie sexual cometida contra as mulheres no leste da República Democrática
do Congo, onde as violações em massa são usadas como arma de guerra. Para lidar com
esta epidemia voluntária, ele se especializou no atendimento de mulheres
estupradas. O apoio dado pelo seu hospital às vítimas de violência sexual é
generalizado, agindo na reparação física, psicológica, econômica e jurídica da
pessoa. Clinicamente, é reconhecido como um dos especialistas mundiais da
fístula. Foi nesse segmento da Ciência Médica que ele recebeu um título de
Doutor Honoris Causa doutorado da Universidade de Umeå (Suécia) em outubro de
2010. No mesmo ano, ele recebeu a Medalha de Wallenberg, da Universidade de
Michigan, EUA.
Em 2008, o Dr. Mukwege foi galardoado com o Olof
Palme de Direitos Humanos das Naçoes Unidas.
Em 2009, ele ganhou o prêmio francês para os direitos humanos, também foi feito
cavaleiro da Legião de Honra. No mesmo ano ele foi eleito o Africano do Ano por
uma associação de imprensa Africana. Em 2010 ele foi premiado com o Van Goedart
Holanda. Na Bélgica, em 2011, ele recebeu sucessivamente três prêmios:
Jean-Rey, o premio Rei Baudoin e o premio da Paz na cidade de Ypres, que lhe é
entregue em novembro de 2011. Durante o mesmo ano, ele recebeu o prêmio de
mídia alemão.
E para resumir, em 21 de outubro de 2014, o Dr. Denis Mukwege recebeu o Prêmio Sakharov. Este prêmio lhe foi entregue no dia 26 de novembro de 2014 no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França, durante a sessão solene.
E para resumir, em 21 de outubro de 2014, o Dr. Denis Mukwege recebeu o Prêmio Sakharov. Este prêmio lhe foi entregue no dia 26 de novembro de 2014 no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, França, durante a sessão solene.
Referencias:
2. Imagem
Denis Mukwege, Wikipédia, https://fr.wikipedia.org/wiki/Denis_Mukwege
(acessado em: 27/02/17);

